quinta-feira, 31 de maio de 2018

A história de Braga contada por calendários (7) - Supermercado da Marquesinha

A escolha dos calendários a editar, da responsabilidade de cada anunciante, merece uma reflexão.
Há anunciantes que privilegiam a quantidade, elaborando coleções anuais de 6, 12 ou mais calendários e utilizam as imagens que as próprias tipografias disponiblizam (imagino por isso que a preços mais módicos) em comum com outros clientes. E essas imagens, por regra, nada têm a ver com o estabelecimento que procuram promover. Para além do seu valor histórioco, essas imagens, salvo qualquer razão especial, dificilmente terão eco nestes "posts"...
Há também aqueles que procuram ser um pouco mais cuidadosos, seleccionando imagens que, no mínimo, estejam relacionadas com a cidade onde se encontram implantados. 
E existem aqueles, ainda mais selectivos, que procuram com um pouco de arte, apresentar imagens da monumentalidade da sua zona de influência ou da própria cidade; aqueles que nos dão informações sobre o seu estabelecimento, como por exemplo a antiguidade ou alguma característica especial que merece ser registada. 
São estes que merecem os holofotes desta simples publicação, independentemente da importância  que essa casa comercial ou industrial teve na história da nossa cidade ou concelho.
Vem isto a propósito dos calendários editados pelo supermercado "A Marquesinha" que nos presenteou, já no final do séc XX, com um conjunto de calendários que merecem ser apreciados dada a sua originalidade.
Quanto à história da "Marquesinha", casa centenária, serão provavelmente os moradores da zona da "Ponte" e "Carandá" aqueles em melhores condições para nos contarem histórias ou tecerem alguns comentários sobre ela.
O nascimento deste "blogue" tinha por ideia principal, criar um espaço de partilha, onde cada visitante, mesmo tendo pouco conhecimento do tema, pudesse registar aquilo que sabe, enriquecendo dessa forma o património imaterial da nossa cidade que são as suas/nossas memórias que, se não as registarmos de qualquer forma, se vão perder. Infelizmente isso não tem acontecido, mas quem sabe a partir desta publicação, tudo possa vir a ser diferente. 
Assi, desconhecendo a história desta casa (apenas me recordo da sua existência na Av. da Liberdade), lanço pois o repto a quem nos possa contar algo sobre ela ou sobre as imagens aqui retratadas. 
Para ajudar a recordar, aqui vão alguns dos calendários editados, apresentados por ordem cronológica da sua publicação:

 




 






























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